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Diz o Evangelho que a natureza humana de Nosso Senhor Jesus Cristo “entrou em agonia” (Lc 22,43).
O que é compreensível, porque a natureza humana de Jesus, sendo perfeitíssima, era dotada, do modo mais perfeito, de todos os instintos do homem. E, portanto, possuía do modo mais perfeito também o instinto de conservação. Ele sentia o instinto de conservação gravemente contundido pela ameaça que se aproximava.
Então, o que Ele fez? Para se preparar, Nosso Senhor considerou aquilo tudo de frente. Para que não tivesse, além do mais, o peso da surpresa em sua natureza humana. E com o peso da surpresa, os sustos, os medos etc. Ele tomaria a dor inteira e a aceitaria. Por assim dizer, colocaria sua alma na altura da dor que vinha, como um guerreiro que, antes de entrar no campo de batalha, mede todos os riscos, resolve enfrentá-los e entra no campo de batalha com isso no interior de sua alma.
Tal atitude é propriamente a do varão católico que se prepara para o sofrimento. Evita fechar os olhos para o que vem, evita ser colhido pela surpresa. Tanto quanto possível, prevê, e prevê coisas desagradáveis. Eis aí o esquema da preparação perfeita, e que encerra o desfecho da preparação.
Previsão: forma de coragem
Muitas pessoas não têm coragem de prever e se deixam afundar nos acontecimentos, que as vão tragando na medida em que se apresentam.
Muitas vezes, a pessoa diz: “Eu não quero prever, porque eu não tenho coragem. Se eu vir, eu fujo“.
Nosso Redentor chegou ao ponto de não agüentar o que estava diante dele. Mas não agüentar, em que termos? Ele pediu que não se realizasse aquilo, mas se Deus-Pai o desejasse, então se cumprisse sua vontade. E à medida que foi pensando nos acontecimentos futuros, a agonia foi tomando conta da sua alma. E o sofrimento foi tal que chegou a suar sangue!
Segundo a Medicina, quando a pessoa está sujeita a pressões terríveis, certos vasos capilares se rompem e o sangue perpassa pela pele. É propriamente um suor misturado com sangue. E no auge da dor, o Redentor praticou um ato de humildade ao exclamar: “Pai, se for possível, afastai de mim este cálice“. Como quem diz: “Vós vedes que Eu estou no ponto de não agüentar… mas faça-se a Vossa vontade!“
Assim, o sofrimento do Homem-Deus foi como uma espécie de turbilhão. E durante esse período já começaram as dores morais. Porquanto os Apóstolos, sem levar em consideração a tristeza que O tomava, foram dormir… E Aquele que era o Rei deles, o Divino Salvador deles, que sofresse como quisesse, eles não se incomodavam.
Auge do tormento: abandono dos Apóstolos
Duas vezes o Divino Mestre foi pedir socorro a seus Apóstolos. E nas duas vezes, eles acordaram, olharam… O Messias dirigiu-lhes palavras tocantes, e não se importaram. E Nosso Senhor sentiu-se abandonado até por seus íntimos.
Era uma dor medonha! Os mais próximos que Ele ia remir, ia salvar, aqueles!… O Chefe da Igreja, São Pedro, estava ali deitado, não o atendeu! São Pedro, a quem Ele disse: “Pedro, tu és pedra, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja“! Como é isso? E São João, o discípulo bem-amado, que durante a última Ceia tinha repousado a cabeça sobre seu peito…
O padecimento então atingiu seu ápice. Começou Ele a sentir, com o abandono dos Apóstolos, algo do tormento da agonia.
Consolação divina
Apareceu nesse momento um Anjo do Céu e deu-Lhe de beber um cálice, que Lhe trouxe consolação. O que quer dizer consolação? Significa força. É o sentido da palavra. Ficou, pois, consolado e pronto para a luta.
E foi o que sucedeu. Desde o momento em que se aproximaram os algozes para prendê-Lo, até o “consumatum est“, jamais teve um desfalecimento!
A verdadeira piedade
A verdadeira piedade deve impregnar toda a alma humana e, portanto, também deve despertar e estimular a emoção. Mas a piedade não é só emoção, e nem mesmo é principalmente emoção.
A piedade brota da inteligência, seriamente formada por um estudo catequético cuidadoso, por um conhecimento exato de nossa Fé, e, portanto, das verdades que devem reger nossa vida interior. A piedade reside ainda na vontade. Devemos querer seriamente o bem que conhecemos. Não nos basta, por exemplo, saber que Deus é perfeito. Precisamos amar a perfeição de Deus e, portanto, devemos desejar para nós algo dessa perfeição: é o anseio para a santidade. “Desejar” não significa apenas sentir veleidades vagas e estéreis. Só queremos seriamente algo, quando estamos dispostos a todos os sacrifícios para conseguir o que queremos. Assim, só queremos seriamente nossa santificação e o amor de Deus, quando estamos dispostos a todos os sacrifícios para alcançar esta meta suprema. Sem esta disposição, todo o “querer” não é senão ilusão e mentira. Podemos ter a maior ternura na contemplação das verdades e mistérios da Religião, mas se daí não tirarmos resoluções sérias, eficazes, de nada valerá nossa piedade.
É o que se deve dizer especialmente nos dias da Paixão de Nosso Senhor. Não nos adianta apenas o acompanhar com ternura os vários episódios da Paixão: isto seria excelente, não porém suficiente. Devemos dar a Nosso Senhor, nestes dias, provas sinceras de nossa devoção e amor.
Estas provas, nós as damos pelo propósito de emendar nossa vida, e de lutar com todas as forças pela Santa Igreja Católica.
A Igreja é o Corpo Místico de Cristo. Quando Nosso Senhor interpelou São Paulo, no caminho de Damasco, perguntou-lhe: “Saulo, Saulo, por que me persegues?“. Saulo perseguia a Igreja, e Nosso Senhor lhe disse que era a Ele mesmo que Saulo perseguia.
Se perseguir a Igreja é perseguir a Jesus Cristo, e se hoje também a Igreja é perseguida, hoje Cristo é perseguido. A Paixão de Cristo se repete de algum modo também em nossos dias.
Como se persegue a Igreja? Atentando contra os seus direitos ou trabalhando para dEla afastar as almas. Todo ato pelo qual se afasta da Igreja uma alma, é um ato de perseguição a Cristo. Toda alma é, na Igreja, um membro vivo. Arrancar uma alma à Igreja é arrancar um membro ao Corpo Místico de Cristo. Arrancar uma alma à Igreja é fazer a Nosso Senhor, em certo sentido, o mesmo que a nós nos fariam se nos arrancassem os olhos.
Se queremos, pois, condoer-nos com a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, meditemos sobre o que Ele sofreu na mão dos judeus, mas não nos esqueçamos de tudo quanto ainda hoje se faz para ferir o Divino Coração.
E isto tanto mais quanto Nosso Senhor, durante sua Paixão, previu tudo quanto se passaria depois. Previu, pois, todos os pecados de todos os tempos, e também os pecados de nossos dias. Ele previu os nossos pecados, e por eles sofreu antecipadamente. Estivemos presentes no Horto como algozes, e como algozes seguimos passo a passo a Paixão até o alto do Gólgota. Arrependamo-nos, pois, e choremos.
A Igreja está diante de nós como Cristo ante a Verônica
A Igreja, sofredora, perseguida, vilipendiada, aí está a nossos olhos indiferentes ou cruéis. Ela está diante de nós como Cristo diante de Verônica. Condoamo-nos com os padecimentos dEla. Com nosso carinho, consolemos a Santa Igreja de tudo quanto ela sofre. Podemos estar certos de que, com isto, estaremos dando ao próprio Cristo uma consolação idêntica à que lhe deu Verônica.
Texto extraído da revista Catolicismo
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Quaresma – não durmamos abandonando Jesus
domingo, 6 de janeiro de 2013
Comunista/socialistas estão traduzindo Bíblias para os católicos
É verdade que o ateísmo e o comunismo atuam dentro da Igreja Católica?
Sim é verdade.
Alertando contra esse mal de doença, e mau se referindo a pessoa do maligno, o Papa Bento XVI, condenou os “princípios enganadores da teologia da libertação” (TL), em discurso dirigido aos bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Papa Bento XVI incentivou os bispos a evangelizar segundo os princípios bíblicos, não segundo os princípios marxistas.
O Papa Bento XVI disse que as sequelas da TL são “mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas”.
“O discurso do Papa destaca a necessidade de uma evangelização legítima, que não se deixe levar por outras análises” (Dom José Mário Stroeher, bispo de Rio Grande – RS).
Veja o que está acontecendo (muitos católicos ainda não perceberam), com as traduções de muitas Bíblias e livros da vida dos santos católicos que viveram a exemplo de Jesus Cristo.
Qualquer católico de vida comprometida com o Evangelho de Jesus Cristo e sua Igreja, ao pegar a bíblia Pastoral, da Editora Paulus, nas paginas 87- 88, nas notas de rodapé verá uma explicação comunista/socialista de Ex 20. Na Internet as notas socialistas estão em:http://www.paulus.com.br/BP/_P26.HTM
Copiarei essas notas tendenciosas para você ler.
Veja por si mesmo se tais notas são ou não são um ensinamento incompatível com a doutrina católica.
Observe a tendência da explicação que eles dão do Livro bíblico sobre os 10 Mandamentos de Deus, com o objetivo de corromper a tradução exata. Sabemos que tendencioso é o que é malévolo com propósito consciente de agravar ou prejudicar.
* 20,1-21: No momento solene da aliança com o povo, Deus apresenta os Dez Mandamentos. Estes possibilitarão ao povo formar uma relação social onde todos possam viver com liberdade e dignidade, porque eles não o deixam construir uma sociedade baseada na escravidão, que leva para a morte. Não se trata de simples leis; são princípios que orientam para uma nova compreensão e prática de vida.
Introdução (v. 2): O único Deus verdadeiro é aquele que liberta da escravidão, para dar liberdade e vida. Só ele pode dar orientações para que o homem conserve a liberdade e a vida, e não volte a ser escravo. Os mandamentos exprimem a resposta que o homem dá ao Deus que liberta.
1.° mandamento (vv. 3-6): Proibição de servir a outros deuses. O povo deve escolher: ou servir a Javé, que no seu amor dá liberdade e vida, ou servir a outros deuses, que acarretam como castigo a escravidão e a morte. Além disso, proíbe fabricar ídolos, para que o povo não seja tentado a servir a deuses falsos: é impossível representar o verdadeiro Deus com imagens ou idéias, que correm sempre o perigo de ser manipuladoras.
2.° mandamento (v. 7): Proibição de usar o nome do Deus libertador para acobertar injustiça e opressão. Em outras palavras, o nome de Deus não pode ser manipulado para justificar um sistema que fabrica injustiças na defesa de interesses pessoais ou de grupos.
3.° mandamento (vv. 8-11): Proibição de explorar o trabalho do irmão, tornando-o escravo. Todo homem tem direito ao dia de descanso para se refazer e tomar consciência de sua vida: o direito de ser livre e gozar o resultado do seu trabalho, antecipando a plena realização que Deus reserva a todos os homens. Além disso, este mandamento faz reconhecer que as pessoas dependem do Criador, e que o trabalho humano é relativo.
4.° mandamento (v. 12): Mostra que a honra é devida em primeiro lugar aos pais e não aos poderes do Estado ou de qualquer outra autoridade. Por outro lado, a vida e a liberdade dependem do respeito aos pais, que são a fonte da vida.
8.° mandamento (v. 16): Não se trata apenas de falar mal dos outros. O mandamento condena a corrupção na administração da justiça, pois esta é o único recurso para os pobres e fracos reivindicarem e defenderem seus direitos contra os ricos e poderosos.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Quais são os dez mandamentos da Lei de Deus? Quais são os cinco da Igreja? Quais são os sete pecados capitais?
Os 10 Mandamentos da Lei de Deus são:
- Amar a Deus sobre todas as coisas
- Não tomar Seu santo nome em vão
- Guardar domingos e festas
- Honrar pai e mãe
- Não matar
- Não pecar contra a castidade
- Não furtar
- Não levantar falso testemunho
- Não desejar a mulher do próximo
- Não cobiçar as coisas alheias
Os Mandamentos da Igreja são:
- Participar da Missa nos domingos e festas de guarda.
- Confessar-se ao menos uma vez ao ano.
- Comungar ao menos pela Páscoa da Ressurreição.
- Santificar as festas de preceito.
- Jejuar e abster-se de carne conforme manda a Santa Madre Igreja.
Os Sete Pecados Capitais são:
- Gula
- Vaidade
- Luxúria
- Avareza
- Preguiça
- Cobiça
- Ira
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
IDENTIFICAR O ORGULHO E ANDAR EM HUMILDADE
Cada pessoa é atormentada por determinados pecados que representam uma fraqueza a ser superada. No entanto, todos lidam com o orgulho, porque, como já disse alguém, “é uma parte inevitável da natureza caída do homem” e que difere daquilo que é Deus, portanto nos afasta d’Ele. Então, como percebê-lo?
Peço ao Senhor, assim como Davi: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139, 23-24). Também a Maria, exemplo de humildade, que auxilia como mãe que é a enxergar tal erro.
Ao mesmo tempo, reflexões são necessárias. Um exemplo: há situações em que se sente superior aos outros (altivez)? Busca e deseja conquistar, invariavelmente, a admiração das pessoas (vaidade)? Resiste à autoridade de Deus (rebeldia)? Ofende-se com facilidade e acha que os outros são uma ameaça e prejudicariam sua imagem(autoproteção)? Não aceita correção, tornando-se inacessível ou aquele que “sabe tudo”? Há momentos em que se acha “mais santo” que os outros, só porque tem determinadas atitudes corretas (soberba espiritual)? E lembre-se, “ninguém tem mais orgulho do que os que sonham que não têm nenhum”.
Após esse momento de autoconhecimento, agradeça a Deus, porque, se agora as coisas são mais claras, é porque o coração abriu janelas para a graça de Jesus iluminar os lugares antes escuros.
Quando puro de coração, a miséria se torna evidente e surge o arrependimento e a necessidade incômoda de reconciliar-se com Deus. O sacramento da confissão fica à espera da pessoa. A oportunidade de começar de novo a aguarda, mas isso é só um passo para onde se pretende chegar.
DEUS NOS GUARDE!
terça-feira, 13 de novembro de 2012
As Mais Belas Catedrais do Mundo
Barcelona – Catedral da Sagrada Família
Ao longo dos séculos, a crença no que é sobrenatural e divino deu origem a inúmeras religiões que contribuíram de uma forma substancial para o desenvolvimento de muitos dos ramos da arte e da ciência. No entanto, apesar dos princípios de simplicidade pelos quais se regem muitas delas, foi com naturalidade que apareceram templos destinados ao culto da fé. Algumas dessas obras são pequenas e simples, outras são absolutamente deslumbrantes e ricamente ornamentadas, tendo-se tornado autênticos marcos arquitectónicos da humanidade.
Vejamos algumas obras magníficas à volta do mundo, quer em estilo clássico, quer moderno.
Barcelona – Catedral da Sagrada Família
Vaticano – Basílica de São Pedro à noite – Maior edifício religioso do mundo e centro do cristianismo, construído sobre o túmulo de São Pedro Apóstolo
Vaticano – Basílica de São Pedro – Pormenor da cúpula desenhada por Michelangelo
Vaticano – Basílica de São Pedro
París – Notre Dame
París – Notre Dame à noite
París – Notre Dame – Pormenor da Janela da Rosa. Aquando da sua construção, era a maior janela do mundo
Islândia – Reykjavik – Hallgrímskirkja – Dos maiores edifícios no país
Roma – Igreja Jubilee
Colombia – Las Jajas – Segundo lendas, marca o aparecimento de nossa senhora no local
USA – California – catedral de Cristal
USA – California – catedral de Cristal
domingo, 11 de novembro de 2012
Músicos de Deus e Músicos do mundo
Diferença dos Músicos de Deus para os músicos do mundo
Músicos do Mundo
Os músicos do mundo, são músicos que não buscam a Deus, buscam somente prestígio, fama, dinheiro, luxo, mulheres, esses tipos de músicos só tocam para se vangloriar, obter sucesso e muitos para obter esse sucesso acabam fazendo atos que só alegra Satanás e seus demônios, como muitas bandas fazem pactos com o demônio para conseguirem o que querem.
Músicos de Deus
Os Músicos de Deus, tocam para louvar e glorificar o Seu santo nome e procuram evitar certos estilos, modismo, linguagens, buscam a mais alta intimidade com Deus através de orações, leitura da palavra de Deus, evitam certos comportamentos mundanos. Os músicos de Deus não tocam ou cantam para se vangloriar ou para ganhar fama ou prestígio, mas usam sua musicalidade para evangelizar almas e alegrar o coração do nosso Senhor Jesus Cristo.
sábado, 10 de novembro de 2012
As intenções de orações do Papa para novembro
Mensalmente o Santo Padre indica ao “Apostolado da Oração” as intenções que ele tem em suas orações e convida todos os católicos a unirem suas orações às dele.
Para o mês de novembro as intenções de orações do Santo Padre são: rezar “pelo clero e pela vocação e missão da Igreja”. Como intenção geral para este mês, o Papa pede orações “para que os bispos, os sacerdotes e todos os ministros do Evangelho dêem um testemunho corajoso de fidelidade ao Senhor crucificado e ressuscitado”.
O Pontífice tem também, cada mês, uma intenção missionária. As intenções missionárias para o mês de novembro são “para que a Igreja peregrina sobre a terra resplandeça como luz das nações”.
Pai de família será beatificado na Itália
Será beatificado no próximo dia 15 de junho em Carpi, na Província de Modena, norte da Itália, o servo de Deus Odoardo Focherini, líder da Ação Católica e conselheiro do jornal católica “L’Avvenire d’Italia”, morto em 1944 no campo de concentração de Hersbruck, na Alemanha, do qual a 10 de maio passado Bento XVI assinou o decreto que reconhece o martírio “in odium fidei”. Presidirá o rito o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Ângelo Amato.
O anúncio foi dado na tarde de ontem pelo bispo de Carpi, Dom Francesco Cavina, durante o encontro de trabalho do Grupo de trabalho formado pela Diocese para dar a conhecer a figura de Focherini. “Esta beatificação – comentou Dom Cavina – é uma notícia que desperta grande alegria para mim, em toda a comunidade diocesana de Carpi e não só; Focherini é sinal indiscutível da fecundidade da Igreja local: sua capacidade de amar a Deus e estar ao serviço dos irmãos é para nós um forte apelo a não deixar enfraquecer a nossa sé”.
A mesa de trabalho, na intenção do Bispo, tem como objetivo “apontar as iniciativas mais oportunas e significativas para dar a conhecer o mais possível Odoardo Focherini, trabalhado em harmonia para tornar mais conhecida a beleza deste cristão, pai, marido, profissional, comprometido na realidade eclesial e social”.
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