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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

‘Não quis ofender’, diz homem que fotografou seminu em igreja

Imagens revoltaram comunidade católica em Catanduva, SP.
Segundo Diocese, fotógrafo e modelo não tinham autorização para as fotos.



O fotógrafo Márcio Costa, cujas fotos de modelos em roupas íntimas dentro da Igreja Matriz da cidade revoltaram a comunidade católica de Catanduva (SP), se defendeu das críticas sobre seu trabalho. “Não quis ofender a igreja, muito pelo contrário, sou fiel a Deus. A distorção veio pelo acaso. Não imaginava essa repercussão”, disse.

Ele se surpreendeu com o posicionamento negativo e defende o potencial artístico das fotos. “A pessoa não está sabendo entender o ponto artístico e cultural da foto. Ainda não fui chamado pela Diocese para conversar, estou aberto para conversar, para pedir minhas desculpas, porque eu não quis ofendê-los nem denegrir a imagem da igreja”, disse Costa.

Sobre as fotos, ele alega ter tirado em junho do ano passado para uma exposição na cidade. “Estou coletando material para minha próxima exposição, a “Anjos Caídos”. Me baseei no trabalho de um fotógrafo chamado David Lachapelle, que usa várias celebridades com imagens católicas e com o cenário de igreja. Como nossa igreja é linda, tive a ideia de usá-la pela beleza. A exposição inclui vários pontos turísticos da cidade”, comenta Costa.



A Diocese, no entanto, vai à Justiça para pedir que elas sejam censuradas. A Diocese quer saber como fotógrafo e modelos entraram no local e vai levar o caso à Justiça. Algumas fotos também usaram cemitérios da cidade como locação.

“As fotos ficaram no meu Facebook há muito tempo, desde o meio do ano passado. As pessoas estão distorcendo o fato agora. Não pensei em malícia, nem em prejudicar a igreja, não foi minha intenção. Quando fui tirar a foto, não tinha ninguém lá para pedir autorização”, disse Costa.



Flávio Thomé, advogado da Diocese, diz que o principal erro do autor das imagens foi não pedir autorização para entrar e realizar as fotos dentro de um ambiente que, apesar de aberto a toda a população, continua sendo propriedade privada. “Inúmeras pessoas ligaram na paróquia para avisar das fotos. A Diocese ficou surpresa e com uma vontade muito grande de censurar. Os padres se mostraram muito sentidos. A igreja é um símbolo sagrado e é crime praticar tal ato, pode-se gerar ação de danos morais e ação penal tanto para o fotógrafo quanto para os modelos”, comenta Thomé.

O padre responsável pela Paróquia não quis falar sobre o assunto. Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Catanduva, o fotógrafo é funcionário do local, mas o trabalho foi realizado pelo estúdio particular dele, não tem nenhuma ligação com o órgão e, por isso, não irá se posicionar sobre o assunto.



A cada dia mais, comprovamos que se aproxima o fim dos tempos!!!



“As tentacões contra a fé e a castidade são obras do demônio. Mas não o tema; despreze- o.” (Santo Padre Pio de Pietrelcina)


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

10 CONSELHOS DE BENTO XVI AOS JOVENS


1) Conversar com Deus
“Algum de vós poderia talvez identificar-se com a descrição que Edith Stein fez da sua própria adolescência, ela, que viveu depois no Carmelo de Colônia: “Tinha perdido consciente e deliberadamente o costume de rezar”. Durante estes dias (de Jornada Mundial da Juventude) podereis recuperar a experiência vibrante da oração como diálogo com Deus, porque sabemos que nos ama e, a quem, por sua vez, queremos amar”.
2) Contar-lhe as penas e alegrias
“Abri o vosso coração a Deus. Deixai-vos surpreender por Cristo. Dai-lhe o ‘direito de vos falar’ durante estes dias. Abri as portas da vossa liberdade ao seu amor misericordioso. Apresentai as vossas alegrias e as vossas penas a Cristo, deixando que ele ilumine com a sua luz a vossa mente e toque com a sua graça o vosso coração.
3) Não desconfiar de Cristo
“Queridos jovens, a felicidade que buscais, a felicidade que tendes o direito de saborear, tem um nome, um rosto: o de Jesus de Nazaré, oculto na Eucaristia. Só ele dá plenitude de vida à humanidade. Dizei, com Maria, o vosso ‘sim’ ao Deus que quer entregar-se a vós. Repito-vos hoje o que disse no princípio de meu pontificado: Quem deixa entrar Cristo na sua vida não perde nada, nada, absolutamente nada do que faz a vida livre, bela e grande. Não! Só com esta amizade se abrem de par em par as portas da vida. Só com esta amizade se abrem realmente as grandes potencialidades da condição humana. Só com esta amizade experimentamos o que é belo e o que nos liberta. Estai plenamente convencidos: Cristo não tira nada do que há de formoso e grande em vós, mas leva tudo à perfeição para a glória de Deus, a felicidade dos homens e a salvação do mundo”.
4) Estar alegres: querer ser santos
“Para além das vocações de consagração especial, está a vocação própria de todo o batizado: também é esta uma vocação que aponta para um ‘alto grau’ da vida cristã ordinária, expressa na santidade. Quando encontramos Jesus e acolhemos o seu Evangelho, a vida muda e somos impelidos a comunicar aos outros a experiência própria (…). A Igreja necessita de santos. Todos estamos chamados à santidade, e só os santos podem renovar a humanidade. Convido-vos a que vos esforceis nestes dias por servir sem reservas a Cristo, custe o que custar. O encontro com Jesus Cristo vos permitirá apreciar interiormente a alegria da sua presença viva e vivificante, para testemunhá-la depois no vosso ambiente”.
5) Deus: tema de conversa com os amigos
“São tantos os nossos companheiros que ainda não conhecem o amor de Deus, ou procuram encher o coração com sucedâneos insignificantes. Portanto, é urgente ser testemunhos do amor que se contempla em Cristo. Queridos jovens, a Igreja necessita autênticos testemunhos para a nova evangelização: homens e mulheres cuja vida tenha sido transformada pelo encontro com Jesus; homens e mulheres capazes de comunicar esta experiência aos outros”.
6) No Domingo, ir à Missa
“Não vos deixeis dissuadir de participar na Eucaristia dominical e ajudai também os outros a descobri-la. Certamente, para que dela emane a alegria que necessitamos, devemos aprender a compreendê-la cada vez mais profundamente, devemos aprender a amá-la. Comprometamo-nos com isso, vale a pena! Descubramos a íntima riqueza da liturgia da Igreja e a sua verdadeira grandeza: não somos os que fazemos uma festa para nós, mas, pelo contrário, é o próprio Deus vivo que prepara uma festa para nós. Com o amor à Eucaristia redescobrireis também o sacramento da Reconciliação, no qual a bondade misericordiosa de Deus permite sempre que a nossa vida comece novamente”.
7) Demonstrar que Deus não é triste
“Quem descobriu Cristo deve levar os outros para ele. Uma grande alegria não se pode guardar para si mesmo. É necessário transmiti-la. Em numerosas partes do mundo existe hoje um estranho esquecimento de Deus. Parece que tudo anda igualmente sem ele. Mas ao mesmo tempo existe também um sentimento de frustração, de insatisfação de tudo e de todos. Dá vontade de exclamar: Não é possível que a vida seja assim! Verdadeiramente não”.
8) Conhecer a fé
“Ajudai os homens a descobrir a verdadeira estrela que nos indica o caminho: Jesus Cristo. Tratemos, nós mesmos, de conhecê-lo cada vez melhor para poder conduzir também os outros, de modo convincente, a ele. Por isso é tão importante o amor à Sagrada Escritura e, em consequência, conhecer a fé da Igreja que nos mostra o sentido da Escritura”.
9) Ajudar: ser útil
“Se pensarmos e vivermos inseridos na comunhão com Cristo, os nossos olhos se abrem. Não nos conformaremos mais em viver preocupados somente conosco mesmo, mas veremos como e onde somos necessários. Vivendo e atuando assim dar-nos-emos conta rapidamente que é muito mais belo ser úteis e estar à disposição dos outros do que preocupar-nos somente com as comodidades que nos são oferecidas. Eu sei que vós, como jovens, aspirais a coisas grandes, que quereis comprometer-vos com um mundo melhor. Demonstrai-o aos homens, demonstrai-o ao mundo, que espera exatamente este testemunho dos discípulos de Jesus Cristo. Um mundo que, sobretudo mediante o vosso amor, poderá descobrir a estrela que seguimos como crentes”.
10) Ler a Bíblia
“O segredo para ter um ‘coração que entenda’ é edificar um coração capaz de escutar. Isto é possível meditando sem cessar a palavra de Deus e permanecendo enraizados nela, mediante o esforço de conhecê-la sempre melhor. Queridos jovens, exorto-vos a adquirir intimidade com a Bíblia, a tê-la à mão, para que seja para vós como uma bússola que indica o caminho a seguir.Lendo-a, aprendereis a conhecer CristoSão Jerônimo observa a este respeito: ‘O desconhecimento das Escrituras é o desconhecimento de Cristo’”.
DEUS NOS GUARDE!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Pastora evangélica, eleita vice de Ibirité (MG) prometeu banir Igreja Católica do município

 


Como reflexão dessa noticia quase inacreditável, segue alguns lembretes da Constituição brasileira que no seu artigo 5º, VI, estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença, assegurando o livre exercício dos cultos religiosos e garantindo, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias.

O inciso VII afirma ser assegurado, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva.

O inciso VII do artigo 5º, estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.

O artigo 19, I, veda aos Estados, Municípios, à União e ao Distrito Federal o estabelecimento de cultos religiosos ou igrejas, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.

O artigo 150, VI, “b”, veda à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios a instituição de impostos sobre templos de qualquer culto, salientando no parágrafo 4º do mesmo artigo que as vedações expressas no inciso VI, alíneas b e c, compreendem somente o patrimônio, a renda e os serviços, relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas.

O artigo 210 assevera que serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar a formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais, salientando no parágrafo 1º que o ensino religioso, de matéria facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental.

O artigo 213 dispõe que os recursos públicos serão destinados às escolas públicas, podendo ser dirigidos a escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas, definidas em lei, que comprovem finalidade não-lucrativa e apliquem seus excedentes financeiros em educação e assegurem a destinação de seu patrimônio a outra escola comunitária, filantrópica ou confessional, ou ao Poder Público, no caso de encerramento de suas atividades. Salientando ainda no parágrafo 1º que os recursos de que trata este artigo poderão ser destinados a bolsas de estudo para o ensino fundamental e médio, na forma da lei, para os que demonstrarem insuficiência de recursos, quando houver falta de vagas e cursos regulares da rede pública na localidade da residência do educando, ficando o Poder Público obrigado a investir prioritariamente na expansão de sua rede na localidade.

E a Declaração Universal do Direitos Humanos:

A Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada pelos 58 estados membros conjunto das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, no Palais de Chaillot em Paris, (França), definia a liberdade de religião e de opinião no seu artigo 18:

Todo o homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.

Apoiada pela Leis Brasileiras TAMBÉM:

A Constituição brasileira de 1988, consagrou de forma inédita que os direitos e garantias expressos na Constituição “não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte.” (art. 5°, § 2°). Assim, os direitos garantidos nos Tratados de Direitos Humanos ratificados pelo Brasil integram a relação de direitos constitucionalmente protegidos.



Fontes : Rainha Maria e http://reporterdecristo.com/pastora-evangelica-eleita-vice-de-ibirite-mg-prometeu-banir-igreja-catolica-municipio/

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Porque e para quem foi criado o Celibato


Jesus diz em Mateus 19, 11:
“nem todos entendem isso a não ser aqueles a quem foi concedido: alguns são eunucos por nascerem assim, outros os homens os fizeram, outros o fazem por amor ao Reino dos Céus, quem puder entender entenda”
No Oriente Médio e na China, eunucos foram usados como guardas ou serviçais dos haréns onde ficavam as esposas e concubinas reais, por isso eram castrados para evitar o relacionamento destes com as mulheres reais.
Jesus fala de três tipos de eunucos:
Os de nascimento, que podem ser aqueles que nasceram com defeitos que os impedem de ter vida sexual;
Os feitos pelos homens, que no literal seria os que foram castrados mas que também poderia se aplicar aos que não conseguem ter um relacionamento devido as exigências da sociedade que o exclui, e
Os eunucos por amor ao Reino de Deus que eu entendo serem os que para se dedicarem mais ao serviço de Deus, decidiram não se casar como foi São Paulo.
Daí, entende-se que Jesus quis ensinar sobre uma situação bem peculiar para nossos tempos: que nem todos nasceram para o casamento, e os que assim são chamados devem fazer por amor ao Reino de Deus.
Neste grupo, chamados para esta vocação de uma vida casta encontram-se os sacerdotes, que dentro de uma grande sabedoria de nossa Igreja são chamados ao Celibato Clerical.
A Bíblia ensina que o celibato é um estado de honra. O apóstolo Paulo escreve em 1 Coríntios 7, “É bom para um homem não ter relações sexuais com uma mulher.” Mas, devido à tentação de imoralidade sexual, cada homem deve ter a sua própria mulher e cada mulher seu próprio marido.” (versículos 1-2);
“Eu desejo que todos sejam como eu sou. Mas cada um tem o seu próprio dom de Deus, um de uma espécie e uma de outro. Para os solteiros e as viúvas digo que é bom para eles permanecer como eu sou. Mas se eles não podem exercer auto-controle, devem casar. Por isso é melhor casar do que queimar com paixão.” (versículos 7-9);
“Quero que você seja livre de medos. Solteiro o homem está preocupado com as coisas do Senhor, a forma de agradar ao Senhor. Porém, o homem casado está preocupado com as coisas mundanas, como agradar à sua esposa, e seus interesses estão divididos. E a mulher solteira está preocupada com as coisas do Senhor, como ser santa no corpo e espírito. Mas a mulher casada está preocupada com as coisas mundanas, como para agradar o marido. Digo isto para seu próprio benefício, para não estabelecer qualquer restrição sobre você, mas para promover a boa ordem e para garantir o seu indiviso devoção ao Senhor.” (versículos 32-35)

Perspectiva católica

Para a igreja católica, a castidade antes do casamento é uma forma de conhecer o parceiro. A Igreja aceita que o desejo pelo prazer sexual faz parte da natureza humana, mas que a felicidade e o prazer não são sinônimos.
O prazer poderia transformar o parceiro sexual em um meio, em um ato egoísta, enquanto o verdadeiro conhecimento do parceiro (amor) não depende do envolvimento sexual, mas da alegria e satisfação em fazer o outro feliz, em completar-se com a realização do amado.
Embora no passado fosse aceito o matrimônio de padres ordenados (tendo incluso São Paulo recomendado a fidelidade matrimonial aos bispos), na atualidade, excetuando em casos referentes aos diáconos e a padres ordenados pelas Igrejas orientais católicas e pelos ordinariatos pessoais para anglicanos, todo o clero católico é obrigado a observar e cumprir o celibato.
O celibato acabou por se impôr no Ocidente: o Código de Direito Canónico impõe o celibato a todos os sacerdotes da Igreja Latina (c. 277).
A Igreja Católica, sinteticamente, dá as seguintes principais razões de ordem teológica para o celibato dos sacerdotes e religiosos de vida consagrada:
  • com o celibato os sacerdotes entregam-se de modo mais excelente a Cristo, unindo-se a Ele com o coração indiviso;
  • o celibato facilita ao sacerdote a participação no amor de Cristo pela humanidade uma que vez que Ele não teve outro vínculo nupcial a não ser o que contraiu com a sua Igreja;
  • com o celibato os clérigos dedicam-se com maior disponibilidade ao serviço dos outros homens;
  • a pessoa e a vida do sacerdote são possessão da Igreja, que faz as vezes de Cristo, seu esposo;
  • o celibato dispõe o sacerdote pare receber e exercer com generosidade a paternidade que pertence a Cristo.

História

O celibato obrigatório foi decretado pelo Concílio de Elvira (295-302), mas, como este concílio era apenas um concílio provincial espanhol (Elvira era uma cidade romana, junto a Granada), as suas decisões não foram cumpridas por toda a Igreja cristã.
O Primeiro Concílio de Niceia (323) decretou apenas que “todos os membros do clero estão proibidos de morar com qualquer mulher, com excepção da mãe, irmã ou tia” (III cânon). Apesar disso, no final do século IV, a Igreja Latina promulgou várias leis a favor do celibato, que foram geralmente bem aceites no Ocidente no pontificado de São Leão Magno (440-461).
Aliás, o Concílio de Calcedónia (451) proibiu o casamento de monges e virgens consagradas (XVI cânon), impondo por isso o celibato ao clero regular.
No século XI, vários Papas, especialmente Leão IX (1049-1054) e Gregório VII (1073-1085), esforçaram-se novamente por aplicar com maior rigor as leis do celibato, devido à crescente degradação moral do clero, causada em parte pela confusão instaurada pelo desmembramento do Império carolíngio. Naquele período, houve padres e bispos que chegaram a mostrar publicamente que tinham esposas ou concubinas.
Segundo fontes históricas, durante o Concílio de Constança (1414-1418), 700 prostitutas atenderam sexualmente os participantes.
Por fim, o Primeiro Concílio de Latrão (1123) e o Segundo Concílio de Latrão (1139) condenaram e invalidaram o concubinato e os casamentos de clérigos, reforçando assim o celibato clerical, que já era na altura uma prática frequente e aceite pela maioria como necessária.
O celibato é defendido porque os celibatários eram mais livres e disponíveis, daí que, com o tempo, o clero regular se foi destacando em relação ao clero secular.
O celibato clerical voltou ainda a ser defendido em força pelo Quarto Concílio de Latrão (1215) e pelo Concílio de Trento (1545-1563), que impôs definitivamente o celibato obrigatório a todo o clero da Igreja Latina, incluindo o clero secular.

Magistério da Igreja Católica

Verifica-se pelos documentos da Igreja que há de sua parte uma vontade decidida de manter esta praxis antiqüíssima: Pio XII abordou o tema na encíclica Sacra virginitas. Em 1965 dois documentos do Concílio Vaticano II trataram do tema do celibato sacerdotal: Presbyterorum ordinis, n. 16 e Optatam totius, n. 10.
Sobre este tema o Papa Paulo VI, em 24 de junho de 1967, editou uma encíclica denominada Sacerdotalis Caelibatus, sobre o celibato sacerdotal, neste documento lembra a apologia que os Padres Orientais fizeram da virgindade: Ainda hoje faz eco no nosso coração, por exemplo, a voz de São Gregório Nisseno, quando nos recorda que “a vida virginal é a imagem da felicidade que nos espera no mundo que há de vir”.
Em 1971, o II Sínodo dos Bispos preparou um novo documento no mesmo sentido, depois aprovado pelo Papa Paulo VI, denominado De sacerdotio ministeriali, de 30 de novembro.
Também João Paulo II afirma:
Fruto de equívoco — se não mesmo de má fé — é a opinião, com frequência difundida, de que o celibato sacerdotal na Igreja Católica é apenas uma instituição imposta por lei àqueles que recebem o sacramento da Ordem. Ora todos sabemos que não é assim. Todo o cristão que recebe o sacramento da Ordem compromete-se ao celibato com plena consciência e liberdade, depois de preparação de vários anos, profunda reflexão e assídua oração. Toma essa decisão de vida em celibato, só depois de ter chegado à firme convicção de que Cristo lhe concede esse «dom», para bem da Igreja e para serviço dos outros. Só então se compromete a observá-lo por toda a vida. (Carta Novo incipiente a todos os sacerdotes da Igreja na Quinta-feira Santa -8 de abril de 1979).
Bento XVI, recentemente, em Mariazell, disse:
Para comprender bem o que significa a castidade devemos partir do seu conteúdo positivo, explicando que a missão de Cristo o levava a um dedicação pura e total para com os seres humanos. Nas Sagradas Escrituras não há nenhum momento de sua existência donde em seu comportamento com as pessoas se vislumbre pegadas de interesse pessoal. (…) Os sacerdotes, religiosos e religiosas, (…) com o voto de castidade no celibato, não se consagram ao individualismo ou a uma vida isolada, mas sim prometem solemente por totalmente e sem reservas ao serviço do Reino de Deus as relações intensas das quais são capazes. (Da homilia na Basílica de Mariazell, Áustria, 8 de setembro de 2007).


domingo, 29 de julho de 2012

Ditadura do relativismo: como educar os filhos nos dias de hoje?

Você já ouviu falar de “ditadura do Relativismo”? E Cultura do relativismo? Como educar nosso filhos em um mundo imerso no relativismo moral?



Você  já ouviu falar de “ditadura do Relativismo”?

Relativismo pode se denominar que é atitude ou doutrina que afirma que as verdades (morais, religiosas, políticas, científicas, etc.) variam conforme a época, o lugar, o grupo social e os indivíduos de cada lugar.
Ditadura é a designação dos regimes não-democráticos onde não há participação popular, ou que essa participação ocorre de maneira muito restrita

O mundo está imerso em uma “cultura do relativismo” e não existemais certezas nem valores para se basear. O certo e o errado são apenas conceitos vagos que variam de pessoa para pessoa, e de acordo com o que se traz desde sua infância.
Papa Bento XVI é o mais forte opositor dessa cultura,e que a classificou não como “cultura”, mas sim, como ditadura do Relativismo.
“Ditadura do relativismo mortifica a razão” (Bento XVI)
Vemos a ditadura do relativismo em todos as áreas da vida, inclusive na educação.
As crianças já estão sendo mergulhadas nesse modo de enxergar a vida e quanto mais avançam na caminhada escolar mais são influenciadas.
Não enxergamos com clareza a profundidade do mal e as consequencias da maldade.
Os católicos nadam contra essa correnteza, pois entendem que existe o bem e o mal, o moral e o imoral, o certo e o errado. Apoiados no Catecismo da Igreja Católica conseguem discernir o que fazer. Mas, o problema parece ser ainda maior. Não basta saber o que fazer. A dificuldade é colocar em prática e agir.

O bem é dificil de alcança, o mal é dificil combater.

Educar os filhos no mundo que nos encontramos é preciso ensina-los aquelas verdades básicas que atravessaram séculos.
É preciso dizer claramente que o bem é árduo, que as conquistas reais se consegue em esforço e que não é impossível.
Tudo que é bom e precioso, custa um esforço. Tudo o que vale a pena, custa um esforço!
“Árvores frondosas como, mangueiras, carvalhos, pinheiros, palmeira, não nascem da noite para o dia. Capim, carrapicho, isso cresce de repente” (Pe Paulo Ricardo)
“Dentro das crianças existe um campo de batalha, no qual o inimigo usará de todas as armas e armadilhas para derrotá-lo”. (Pe Paulo Ricardo)
Assista a este vídeo do Padre Paulo Ricardo que nos diz um pouco mais sobre:

Como educar os nossos filhos no mundo dominado pelo relativismo moral?


Recomendo estas reportagens para continuar sua formação espiritual de como educar o nossos filhos


Conselhos de D.Bosco para educar os filhos


Defendendo a Responsabilidade da Família na Educação dos Filhos


Educo meu filho para o céu ou para o inferno?

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O MAIOR, MELHOR E MAIS CONFIÁVEL DOCUMENTO DE TODOS OS TEMPOS: A BÍBLIA !!!


O maior, melhor e mais confiável documento de todos os tempos é a Bíblia. Suas afirmações são continuamente confirmadas, como mostra o artigo a seguir.Novas escavações, achados arqueológicos, escritos antigos, descobertas surpreendentes e avanços no conhecimento científico confirmam o que a Bíblia diz. Um recente documentário da BBC comprovou que o êxodo dos israelitas do Egito foi real.
OS REGISTRO BÍBLICOS ESTÃO CERTOS
O relato bíblico da saída do povo de Israel do Egito pode ser comprovado cientificamente. Segundo um documentário da televisão britânica BBC, os resultados de pesquisas científicas e os achados e estudos de egiptólogos e arqueólogos desmentem a afirmação de que o povo de Israel jamais esteve no Egito.
Contrariamente às teses de alguns teólogos, que afirmam que o livro de Êxodo só foi escrito entre o sétimo e o terceiro séculos antes de Cristo, os pesquisadores consideram prefeitamente possível que o próprio Moisés tenha relatado os fatos descritos em Êxodo – o trabalho escravo do povo hebreu no Egito, a divisão do Mar Vermelho e a peregrinação do povo pelo deserto do Sinai. Eles encontraram indícios de que hebreus radicados no Egito conheciam a escrita semita já no século 13 antes de Cristo. Moisés, que havia recebido uma educação muito abrangente na corte de Faraó, teria sido seu sábio de maior destaque. E isso teria dado a ele as condições para escrever o relato bíblico sobre a saída do Egito, conforme afirmou também um documentário do canal cultural franco-alemão ARTE.
PRAGAS BÍBLICAS ???
Segundo o documentário, algumas inscrições encontradas em palácios reais egípcios e em uma mina, bem como a descrição detalhada da construção da cidade de Ramsés, edificada por volta de 1220 a.C. no delta do Nilo, comprovariam que os hebreus realmente viveram no Egito no século 13 antes de Cristo. A cidade de Ramsés só existiu por dois séculos e depois caiu no esquecimento, portanto, o relato só poderia vir de uma testemunha ocular. Também as dez pragas mencionadas na Bíblia, que forçaram Faraó a libertar o povo de Israel da escravidão, não poderiam ser, conforme os pesquisadores, uma invenção de algum escritor que viveu em Jerusalém cinco séculos depois…
MOISÉS RECEBEU AS TÁBUAS DA LEI NO MONTE HOREBE
Do mesmo modo, o mistério do monte Horebe, onde Moisés recebeu os Dez Mandamentos, parece que está começando a ser desvendado pela ciência. No monte Sinai, onde monges do cristianismo primitivo imaginavam ter ocorrido a revelação de Deus, os arqueólogos nunca encontraram qualquer vestígio da presença de 600.000 homens. Em contrapartida, porém, ao pé do monte Karkom, localizado na região fronteiriça egípcio-israelense, foram encontrados os restos de um grande acampamento, as ruínas de um altar e de doze colunas de pedra. Essa concordância com a descrição no livro de Êxodo (Êx 24.4) provaria, segundo citação dos cientistas na BBC, que o povo de Israel realmente esteve por um certo tempo no deserto”. (Idea Spektrum, 8/2000)
Não há dúvida de que os relatos bíblicos são corretos. Lemos no Salmo 119.160: “As tuas palavras são em tudo verdade desde o princípio, e cada um dos teus justos juízos dura para sempre.” Nosso Senhor Jesus confirmou a veracidade de toda a Palavra de Deus ao orar: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). Nessa ocasião já existiam os escritos do Antigo Testamento, portanto, Jesus confirmou todo o Antigo Testamento, a partir do livro de Gênesis, como sendo a verdade divina.
No Egito, Israel tornou-se um grande povo, exatamente como Deus havia prometido a Abraão séculos antes (Gn 12.1-3). Quando Israel ainda nem existia como nação, Deus já disse a Abraão: “Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a gente a que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas” (Gn 15.13-14). Foi o que aconteceu com exatidão sob a liderança de Moisés alguns séculos mais tarde. Mas por que Israel foi conduzido para fora do Egito? Para tomar posse de uma terra que Deus lhe havia prometido, pois nessa terra deveria nascer como judeu o Salvador Jesus Cristo.
Hoje muitas pessoas não querem crer em Jesus e na Sua obra de salvação, por isso colocam em dúvida a veracidade das histórias bíblicas, pois gostariam de interpretá-las de outra maneira. Mas ninguém o conseguiu até hoje, pois continuamente são encontradas novas provas que confirmam a exatidão dos relatos bíblicos. Como poderia ser diferente, se o texto original da Bíblia foi inspirado pelo próprio Deus?
Muitas falsas doutrinas, ideologias e teorias têm sua origem em uma postura contrária a Deus. Karl Marx e Friedrich Engels, por exemplo, odiavam tudo que dizia respeito a Deus. Charles Darwin também rejeitava a Deus. Ele desenvolveu a teoria da evolução porque tinha se afastado conscientemente de Deus. Evidentemente, quando se faz isso, precisa-se buscar uma nova explicação para tudo o que existe visivelmente.
Mas o pensamento lógico já nos diz que aquilo que nossos olhos vêem não pode ter surgido por si mesmo. Peter Moosleitner (que por muitos anos foi redator-chefe da popular revista científica alemã PM) acertou em cheio ao afirmar: “Tomemos a explosão inicial, talvez há 16 bilhões de anos – ali reinavam condições que conseguiam reunir, num espaço do tamanho da ponta de uma agulha, tudo o que forma o Universo. Então, esse ponto se expandiu. Segundo essa concepção, temos duas alternativas:
(1) Paramos de perguntar pelas origens do Universo. (2) Se existe algo capaz de colocar o Universo inteiro na ponta de uma agulha, como poderei chamá-lo, a não ser de Deus?”
Mas, na verdade Deus é infinitamente maior! Ele criou tudo a partir do nada, através de Sua Palavra, e isso não aconteceu há bilhões de anos, mas há cerca de 6000 anos atrás, em apenas seis dias. Hebreus 11.3 diz: “Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem.” A Palavra de Deus não é apenas absoluta verdade e absolutamente poderosa, ela também salva por toda a eternidade, concede vida eterna, livra do juízo, e vence até a própria morte. Jesus Cristo diz: “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24).

domingo, 10 de junho de 2012

OS TIPOS DE CATÓLICOS: EM QUAL VOCÊ SE ENCAIXA?


A Paz de Jesus e o Amor de Maria estejam com todos!
Refletindo e observando bastante a juventude e as outras massas (idade) de católicos, resolvi escrever um post  sobre os diferentes tipos de católicos existentes. Não vou discriminar os corretos e nem os errados, mas vou enumerá-los e mostrar suas características somente para uma profunda reflexão de onde estamos, e como está a nossa fé.
Primeiramente gostaria de falar do “CATÓLICO DINOSSAURO”
Normalmente é aquele tipo de pessoa que vive a muito tempo em cargos na paróquia. Está quase todo dia religiosamente na paróquia, ou não. Possui quadro de destaque. Uns são amáveis, outros não. Alguns são acolhedores, estão dispostos a aumentar a messe da Igreja, já outros se sentem pressionados com a chegada de novas pessoas dispostas a servir na paróquia, com medo de perderem o “poder”. Na grande maioria, os “dinossauros” são ignorantes em doutrina, procuram fazer tudo usando o “jeitinho brasileiro” e como conseqüência, acabam atrapalhando a fé de outras pessoas menos desprovidas de contato com a Sã Doutrina.

“CATÓLICOS CHEIOS DE FOGO”
A principal característica é sempre o sorriso no rosto. Usam frases a todo momento como : “Jesus te ama”, “ô glória”, “Deus tem um propósito na sua vida”, “Jesus está me dizendo….”.
Gostam de fazer lual, cantar e cantar e muitas das vezes, em Missas de adeptos da Renovação Carismática, bagunçam a liturgia pensando que estão em grupos de oração. Suas orações geralmente são bem altas, principalmente em grupos de oração. Existem aqueles que possuem essas características, mas têm o pé mais no chão, preferem o silêncio nas missas, obedecem e a Liturgia, sabem o momento certo de orar com fogo do Espírito Santo, ou seja, num grupo de oração, e, procuram conhecer realmente a Sã Doutrina.


“CATÓLICO RELATIVISTA”
Em muitas das vezes é aquele que freqüentemente está nas Missas, servem a paróquia nas suas necessidades, mas têm um pensamento diferente do que a Igreja prega.
Essas pessoas ditam o que é pecado pra elas mesmas, geralmente não são obedientes e nem querem obedecer a Sã Doutrina, e ainda por cima,  ficam colocando idéias erradas na cabeça do povo.
É bem assim que funciona:
“Eu sou muito católico, mas eu não concordo que os sacerdotes tem que ser celibatários”
“Eu rezo o terço todo dia, mas eu acredito que o aborto deveria ser aprovado”
“Sou muito fiel a Sã Doutrina, mas escuto thê thê rê thê, ai se eu te pego, e freqüento lugares que promovem essas músicas, afinal, a vida é pra se curtir”
“Pra quê se confessar?, eu não roubei, não matei”
“Eu acredito em Deus, mas olho meu horóscopo todo dia, afinal, vai saber se vai acontecer algo de ruim ou bom comigo”
“Sim, eu sou sacerdote, mas não quero usar o hábito, quero vender muito CD, não tenho tempo pra celebrar a Missa, falo pra todo mundo se converter, mas é muito desgastante pra mim ouvir confissões”

“CATÓLICO TRADICIONALISTA”

(Orlando Fedeli, falecido e fundador da Organização Montfort)

Geralmente são muito rígidos com a Sã Doutrina, mas querem ser mais que o Papa. Não concordam com o Concílio Vaticano II em nenhuma espécie, falam mal do Papa de forma feroz e não estão abertos ao dialógo. Criminalizam a Missa Nova de Paulo VI (que celebramos hoje) e só aprovam a Missa Tridentina.
Fazem até certo um bem em questão doutrinária,( como o Sr. Orlando Fedelli fez) mas pecam no diálogo devido a grande maioria agir com grosseria nos diálogos. Falo isso por experiência própria e porque durante um pouquíssimo tempo agia desta forma.

“CATÓLICO CONSERVADOR”
Esse aí da foto é o Padre Paulo Ricardo, sacerdote conservador, usa o hábito, quer obedecer a Igreja. Poderia citar tantos outros.
As características do católico conservador são ligadas com todos os tipos de católicos que mostrei acima, mas ao contrário deles, são mais coerentes . São pecadores, afinal quem não é? Mesmo sendo pecadores, sabem muito bem o que é pecado e sabem do que precisam para se manter na Graça de Deus.
Alguns pendem para o lado do tradicionalista
Eles filtram muito bem tudo aquilo que é ensinado por sacerdotes e leigos, e vêem se esses ensinamentos são baseados  na Sã Doutrina. Geralmente estudam muito os ensinamentos da Igreja e procuram viver tudo aquilo que é proposto pela Igreja. São bastante ativos na internet, mas não conseguem ser tão ativos nas suas paróquias devido a mentalidade dos “dinossauros maus” e “relativistas”.
São muito perseguidos por quererem ser retos e obedientes e, se a pessoa não estiver com disciplina na oração e na freqüência dos sacramentos, geralmente deixam de abraçar a Cruz de Cristo.
CATÓLICO: “A ESPERA DE UM MILAGRE”
A característica deles vem do protestantismo. Tem muito anseio por milagres que envolvem coisas materiais, profissão, cura de doenças (dor na unha) e etc. Mas existem os mais centrados quem procuram milagres não só materiais, mas espirituais. Pedem dons de sabedoria, humildade, castidade e abraçam a cruz se precisar abraçar.

“CATÓLICO QUE FOGE DA CRUZ”
Esse tipo de católico se parece um pouco com o católico relativista, alguma parte do católico cheio de fogo e do que espera milagres.
Procuram a religião pra se livrar dos problemas, não só pedem, mas determinam que Jesus faça um milagre na sua vida profissional, saúde e etc.
Quando a cruz chega, geralmente perde a fé pois pensa que o paraíso é aqui na Terra.
São bastante sentimentalistas, escolhem a fé que quer seguir, constroem suas verdades e idolatram a si próprios.

CATÓLICO SINCRETISTA
É aquele tipo de católico que quer juntar todas as religiões num rito só. Eles sentem muita “peninha” dos protestantes, dos espíritas, dos adeptos da umbanda e etc.
Pra eles, respeito à outras religiões é unir tudo fazendo uma farofada de doutrina.
Um exemplo clássico que acontece no Brasil, é trazer músicas protestantes para a Liturgia, convidar outras religiões e tirar o sentido do cristianismo.
Respeito à religião alheia é uma coisa, trazer elementos de outras religiões que são opostas a nossa fé para agradar os outros é totalmente diferente.
E você meu amado, em qual tipo de católico você se encaixa?

terça-feira, 15 de maio de 2012

A mulher que viveu 53 anos alimentando-se apenas da Eucaristia.



Vamos conhecer MARTHE ROBIN (ou Marta Rubin), que viveu de 1902 até 1981, ano de sua morte, e de 1928 até 1981 (53 ANOS) alimentando-se somente da Eucaristia.Por ter uma paralisia de faringe, não podia beber nenhum líquido.
Esta pequena camponesa ficou 53 anos no leito, recebendo em sua casa mais de 40 bispos, suscitando inclusive vocações sacerdotais ou consagradas. Recebeu mais de 100 mil pessoas em sua casa.Marta nasceu em 13 de março de 1902, em Châteauneuf do Galaure, na França. Sua família era proprietária de terras. Em 1903 uma epidemia de febre tifóide contagiou quase toda a família. Uma irmã de Marta faleceu e a mesma ficou bastante debilitada.
Em 1909, empreendeu o caminho da escola; porém sua saúde a impediu de completar os estudos. Na paróquia de Châteauneuf do Galaure, a camponesa recebeu o sacramento da Confirmação em 1911 e fez sua primeira Comunhão em 15 de agosto de 1912.
Sempre devota de Nossa Senhora, Maria sempre foi para ela Mãe e Educadora. Em 1918 experimentou os primeiros efeitos de sua doença: uma encefalite.
Para conseguir recursos para a compra dos remédios, começou a costurar para fora. Viveu dez anos de luta contra a doença, que só piorava. Em 1928, no transcurso de uma Missão Paroquial de Châteauneuf, Marta entendeu que por uma graça de Deus, seria pela doença que poderia unir-se ao Coração de Jesus na Cruz.
Em um dia de dezembro do ano de 1928, MARTHE ROBIN viveu no momento de receber os sacramentos um encontro decisivo com o coração de Jesus na Cruz.
Uma vida nova invadiria seu corpo e seu coração. Tudo fazia sentido: a doença que teria podido conduzí-la a uma lenta e segura destruição de sua pessoa emdiferentes níveis se converteu, por paradoxal que pareça, em oportunidade para outra vida que iria construir-se de modo diferente.

Marta disse que, depois de anos de angústias, depois de tantas dificuldades de ordem física e inclusive moral, tinha escolhido Jesus.
Marta recebeu do Coração de Cristo, aberto na Cruz, o sentido de sua vida de doente: unida a Cristo, sua vida converteu-se em uma fonte de fecundidade para a Igreja e para o mundo.Marta fez naquele momento a eleição de uma vida conforme à do Jesus Crucificado: “O Coração de Jesus na Cruz é a morada inviolável que escolhi nesta terra”. Seu pároco, Pe. Faure, foi testemunha ocular desse acontecimento e passou a acompanhá-la neste novo caminho.

A vida espiritual e a vida mística de MARTHE ROBIN se desenvolveram mesma de doente, que se transformou em meio de união e de comunhão, lugar de oferenda e de abandono. Também passou a viver em comunhão com Maria Santíssima, sua querida Mãe.
Mesmo prisioneira em seu leito até a morte, o desejo de apostolado apoderava-se dela: “Estou verdadeiramente ávida, tenho realmente fome de trabalhar para o Amor e a Glória de Deus”.

Residência de Marhe Robin
Um dos visitantes sacerdotes ficou impressionado por sua abertura universal: “A janela de sua pequena habitação estava aberta ao mundo inteiro”.


Pais de Marthe Robin: Her father Joseph and Her mother, Amelie-Celeste Chosson
Em 1933 nasceu o Foyer de Charité, uma comunidade formada por leigos e sacerdotes vocacionados a viverem juntos a Palavra de Deus, anunciando a esperança àqueles que procuram Jesus e têm fome de sua misericórdia e de sua justiça. Tal obra cresceu e se multiplicou por diversos países.
Marta se preocupava com os mais necessitados e fazia confeccionar e expedir todo tipo de material para as obras missionárias voltadas para os pobres, doentes e encarcerados.O segredo de Marta foi alimentar-se da Eucaristia. Durante 53 anos, sua vida sustentada milagrosamente pela Eucaristia confirmava as palavras do evangelho de João, capítulo 6, versículo 55:
- “A minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida”.Marta, durante 53 anos, só se alimentou só da Eucaristia.



Perguntaram a Marta o que sentia às terças-feiras, quando recebia a Comunhão, seu único alimento e sua única bebida. Ela respondeu:
“Eu não me alimento mais do que isso. Se me umedecem a boca, não consigo engolir. A hóstia passa, e eu não sei como. Ela produz um efeito que é impossível descrever. Não se trata de uma comida comum, é algo completamente diferente. É uma vida nova que penetra em meus ossos. Como explicar? Sinto Jesus em todo o meu corpo… como se houvesse ressuscitado”. 
“Tenho desejo de gritar aos que me perguntam se como (verbo comer), e dizer que eu como mais do que eles, porque me alimento da Eucaristia, o corpo e sangue de Jesus. Tenho desejo de dizer-lhes que eles impedem a ação desse alimento em suas vidas. Bloqueiam seus efeitos”.
Que Deus aumente sempre mais a nossa fé na presença real de Jesus na Eucaristia!

1902 à 1981

Marthe Robin nasceu em 13 de março de 1902 em Chateauneuf deGalaure, França, em uma região conhecida como ”Planície” - Após 50 anos de sofrimento em união com Jesus para a conversão das almas,Marthe Robin entrou em sua recompensa eterna na primeira sexta-feira dofevereiro mês 6, 1981.
Fonte: “O Milagre da Eucaristia para você”, Pe. Alberto Gambarini, 7a edição, edt. Ágape.


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